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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO

Estou postando as fotos da Sessão Magna de Iniciação na Loja Palmares do Sul n° 213, do Rio Grande do Sul, filiada às Grandes Lojas do RS, com a presença do Sereníssimo Grão Mestre Irm:. Gilberto Mussi, em 20 de Outubro de 2009.

TFA a todos os IIrm:.

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

O HEXAGRAMA

ESTRELA DE DAVI
Por Lucinano Santana Bins (C:.M:.)

Origem do símbolo:

De acordo com a tradição judaica, este símbolo era desenhado ou encravado sobre os escudos dos guerreiros de exército do rei DAVID. Esta tradição teve origem no fato de o nome hebraico para David ser escrito originalmente por três letras do alfabeto hebraico – DALET, VAV e DALET. Estas duas letras DALET tinham uma forma triangular no alfabeto hebraico usado até então, uma variação do alfabeto fenício, conhecido como porto-hebraico. Estas duas letras então eram encravadas nos escudos dos soldados uma sobreposta a outra, formando uma espécie de estrela. Apesar de ser uma explicação plausível, carece de provas históricas ou arqueólogas para prová-la.
A forma atual do Escudo de David já aparecia em diversas culturas do Extremo Oriente há milhares de anos, só nas últimas centenas de anos que mudou-se para um símbolo puramente judaico. Este símbolo apareceu primeiramente ligado aos judeu já na Era do Bronze – no século IV a.C. – num selo judaico achado na cidade de SIDON. Ele também aparece em muitas sinagogas antigas na terra de ISRAEL datadas da época do SEGUNDO TEMPLO e até mesmo em algumas depois de sua destruição pelos romanos. Não lhe era dado, ao menos aparentemente, um significado tão místico, mas ornamental, assim com muitas Estrelas de David foram achadas ao lado de “ESCUDOS DE SALOMÃO” (estrela de cinco pontas ou pentagrama) e, curiosamente ao lada de suásticas. Um exemplo é o friso da Sinagoga de Cafarnaum (século II ou III da era comum) e uma lápide (do ao 300 da era comum), encontrada no sul da Itália. Apesar disto, a Estrela de David não aparece entre os símbolos judaicos mais importantes do período helenístico.
O testemunho mais antigo deste emblema na literatura judaica é mostrado no livro do sábio caraíta YEHUDAH BEM ELISHU HADASI, que viveu no século 12, em seu livro “Eshkol Hakofer”. No capítulo 242, ele expõe costumes de pessoas do povo que aos poucos foram mudando o símbolo do Escudo de David de um simples selo para um tipo de signo místico ou amuleto.

A identificação efetiva da Estrela de David com o judaísmo começou na Idade Média. Em 1354, rei KAREL IV concedeu o privilégio a comunidade judaica de PRAGA de ter sua própria bandeira. Os judeus confeccionaram, num fundo vermelho, um Hexagrama, a Estrela de David, em ouro. Documentos referem-se a este símbolo como sendo a “bandeira do rei David”. Em Praga, a estrela de seis pontas – sempre chamada de “Maguen David” – passou a ser usada tanto em sinagogas, como no selo oficial da comunidade e em livros impressos. No século XIX, difundiu-se o símbolo da Estrela de David também aos carimbos de judeus e sobre a cortina das ARCAS SANTAS das sinagogas.

As Diferentes Influências No Símbolo:

Existem interpretes que argumentam que o lírio branco que é composto por seis pétalas num estilo parecido com a Estrela de David. De fato, esta é a flor que é identificada com o povo de Israel no livro bíblico de “Cântico dos Cânticos”.
Há pensadores que viram no conceito de “Estrela de David” e nos dois triângulos que a compõe uma ligação ou conexão com o elemento macho (triângulo com a ponta voltada para cima, constituindo o símbolo masculino) com o elemento fêmea (o triângulo voltado para baixo, constituindo a forma de um receptáqaulo). Há os que viram neste símbolo a relação entre o elemento celestial que aspirado para a terra seu poder (o triângulo com a ponta para baixo), contra o elemento terrestre que aspira para o céu sua influência (o triângulo que aponta para cima). Outros pensadores argumentam que a Estrela de David constituída por seis ponta representaria o domínio celestial sobre os quatro ventos, sobre o que esta em cima e sobre o que esta em baixo da terra.

De acordo com a CABALA, a Estrela de David insinua a representação das sete emanações divinas (sefirot) inferiores. Cada triângulo dos seis triângulos que formam os lados da estrela representariam uma emanação e o centro dos triângulos maiores sobrepostos da Estrela de David representariam a emanação denominada MALCHUT.
MALCHUT: Sétima semana- Soberania, Nobreza, Liderança.

Soberania: o último dos sete atributos – é diferente dos seis anteriores. É um modo de ser, não uma atividade.
Nobreza: é uma expressão passiva da dignidade humana, que nada tem em si mesma, exceto aquilo que recebe das outras seis emoções.
Liderança: é a arte do desprendimento; é apenas um reflexo de uma vontade Superior.

Por outro lado MALCHUT manifesta-se e torna reais o caráter e a majestade do espírito humano. É a própria fibra que nos faz humano.

HEXAGRAMA



Origem:

De um modo primitivo, por hexagrama, podemos compreender como uma reunião de seis letras ou caracteres. Portanto, uma seqüência de seis sinais gráficos (letras ou figuras geométricas) pode ser considerada um hexagrama. A figura, objeto de nosso estudo, é o descrito na página 96 do ritual de companheiro, ou seja, dois triângulos entrelaçados.

Porem, dentro da maioria das escolas esotéricas ocidentais, o hexagrama usualmente assume a forma de uma estrela de seis pontas e é conhecido também por Estrela de David, Selo de Salomão, entre outros. É esta versão que carrega inúmeros significados ao longo da história e figura tanto como símbolo de Estado de Israel como na simbologia mística.

A maioria das teorias que pretende encontrar a origem específica do hexagrama está relacionada ao judaísmo. Uma delas sem embasamento histórico confiável, faz alusão ao nome de Rei David. Entretanto, desde a Idade do Bronze, símbolos em forma de estrela, como o pentagrama e o hexagrama, já eram encontrados em civilizações distantes, tanto no aspecto geográfico como cultural, como na Índia, Mesopotâmia e Grã-Bretanha.

O místico hexagrama:

Segundo a obra de Albert G. Mackey sobre a maçonaria, os dois triângulos entrelaçados representam a união das forças ativa e passiva na natureza, os pólos feminino e masculino, yoni e linga (representações dos genitais no hinduísmo). Sendo o triângulo voltado para baixo o símbolo do princípio feminino e o triângulo voltado para cima representando o princípio masculino. Portanto, nesta interpretação, o hexagrama possui um simbolismo sexual. O hexagrama também foi adotado na Maçonaria do Arco Real e, neste caso, segundo o autor maçom Wes Cook, o símbolo representa equilíbrio e harmonia.
Há também uma interpretação na qual o triângulo voltado para baixo representa o céu e o segundo triângulo simboliza a terra; de forma que um interfira no outro. Supõe-se também que as seis pontas representam o domínio celeste sobre os quatro ventos, sobre o que está em cima e o que está em baixo na terra.
Embora, sejam a Estrela de David e o Hexagrama, iguais por definição morfológica, mas na verdade apresentam diferenças substanciais. Na Estrela de David os triângulos são sobrepostos enquanto que no hexagrama os mesmos são entrelaçados. Esta diferença leva os estudiosos a terem interpretações místicas e esotéricas das mais variadas possíveis.
Ao nosso estudo importa compreendermos que a estrela Flamígera corresponde ao Microcosmo humano, isto é, ao homem considerado como um mundo em miniatura, ao passo que os dois triângulos entrelaçados designam a Estrela no Macrocosmo, isto é, do mundo em toda a sua extensão infinita.
Também é possível que, como uma forma geométrica simples, como por exemplo o triângulo, círculo, quadrado ou, hexagrama foi criado por vários povos diferentes, sem ligação entre si.
Senão vejamos:

USO POR JUDEUS:

A Estrela de David é um símbolo gerralmente reconhecidos do judaísmo e da identidade judaica. Seu uso como identidade judaica começou na idade média, embora seu uso religioso começou mais cedo aproximadamente, conforme estudos arqueológicos



No século 4.

USO POR CRISTÃOS:

O hexagrama pode ser encontrado em algumas igrejas e vitrais. Um exemplo disto é um embutido no teto da Catedral Nacional de Washington. Como um sinal, semelhante à chamada de pentagrama cercado é usado em ocultismo, ele não foi utilizado na arquitetura da igreja até que os arquitetos cristãos, tanto católicos e protestantes, começaram a aceitar a idéia de que a Estrela de David é um sinal velho judeu. No cristianismo, é muitas vezes chamado de estrela da criação.
A Bíblia não faz menção direta da Estrela de David, no entanto, o Catecismo da Igreja Católica do ano 528 refere-se a estrela que conduziu os Magos a Cristo como "a estrela de Davi". No contexto, a frase citação provavelmente significava "a estrela do rei de Israel" em vez do triângulo duplo símbolo em forma usada hoje.

SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS (MÓRMONS)



Estrela de David no Hall de Salt Lake Assembly

A Estrela de Davi também é utilizada com menos destaque por A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, principalmente na arquitetura. Simboliza as Tribos de Israel e da amizade e sua afinidade reivindicou para o povo judeu. Além disso, alguns teólogos como independente LDS Daniel Rona têm sugerido a possibilidade de que a Estrela de Davi realmente foi modelado após o Urim eo Tumim, mas esta não é a doutrina oficial da Igreja.

USO POR MUÇULMANOS



Hexagrama em cantaria islâmico no complexo Qutb, Delhi, Índia.

O símbolo é conhecido em árabe como نجمة داوود, Dawud Najmat (Estrela de Davi) ou خاتم سليمان Khatem Sulayman (Selo de Salomão), mas o "Selo de Salomão" pode se referir a um pentagrama ou uma espécie de planta.
Em vários lugares no Alcorão, está escrito que Davi e Salomão (árabe, Suliman ou Sulayman) foram profetas e reis e, portanto, eles são figuras reverenciadas pelos muçulmanos. O pré-medieval Beyliks Otomano Turco Anatolian do Karamanoğlu e Candaroğlu usavam a estrela em sua bandeira. Ainda hoje, a estrela pode ser encontrada em mesquitas e em árabe outros e artefatos islâmicos.
O Talmud Babilônico contém uma lenda sobre o rei Salomão ser seqüestrado por Ashmedai, o rei dos demônios. Ele conseguiu o seqüestro do rei por roubar seu "selo de Salomão", embora de acordo com o selo esta Talmud era simplesmente uma moeda de metal com letras hebraico que significa o nome de Deus, inscrita no mesmo. É possível que o selo foi alterada nos contos árabes. A primeira aparição do símbolo em escrituras judaicas foi nos escritos cabalísticos oriental, por isso, é possível que se tratava de uma alteração do pentagrama sob a influência árabe.

Professor Gershom Sholem teoriza Que a "Estrela de Davi" origina nos escritos de Aristóteles, que usava triângulos em posições diferentes para indicar os diferentes elementos de base. Os triângulos superpostos assim representados combinações desses elementos. A partir dos escritos de Aristóteles, esses símbolos feitos em suas formas iniciais, pré-muçulmano literatura árabe.

USO PELO HINDUÍSMO E RELIGIÕES ORIENTAIS



Diagrama com as duas sílabas Om místico e Hrim

Seis estrelas apontaram também foram encontrados em diagramas cosmológicos no hinduísmo, budismo e jainismo. As razões por trás de aparência comum este símbolo em religiões índico e do Ocidente estão perdidas nas brumas da antiguidade. Uma possibilidade é que eles têm uma origem comum. A outra possibilidade é que os artistas e as pessoas religiosas de diversas culturas criado independentemente da forma de estrela de seis pontas, que afinal é um projeto relativamente simples e óbvio geométricas.

Dentro lore índico, a forma é geralmente entendida como constituída por dois triângulos, um apontado para cima e outro para baixo bloqueado em harmonioso abraço. Os dois componentes são chamados de "Om" e "Hrim 'em sânscrito, e simboliza a posição do homem entre a terra e o céu. O triângulo descendente simboliza Shakti, a personificação sagrada da feminilidade, e o triângulo para cima simboliza Shiva, ou Tattva Agni, representando os aspectos focados da masculinidade. A união mística dos dois triângulos representa a criação, ocorrendo através da união divina do masculino e feminino. Os dois triângulos fechados também são conhecidos como 'Shanmukha "- as seis faces, representando as seis faces de Shiva e Shakti Kartikeya progênie. Este símbolo é também uma parte de vários yantras e tem profundo significado no ritual hindu de adoração e mitologia.

No budismo, algumas versões antigas do Bardo, também conhecido como O Livro Tibetano dos Mortos, contêm um hexagrama com um interior suástica. Foi composta pelos editores para esta publicação especial. Em tibetano, é chamado de 'origem do fenômeno "(Byung-chos kyi'-gnas). É especialmente relacionadas com Vajrayogini, e constitui a parte centro de sua mandala. Na realidade, é em três dimensões, e não dois, embora possa ser interpretado de qualquer maneira.

Bibliografia:
Wikipédia;
Aslam, Nicolas: “Estudos Maçônicos sobre Simbolismo”;
Boucher, Jules: “A Simbólica Maçônica”;
Castellani, José: “Cartilha do Grau de Companheiro”;
Outros trabalhos colhidos na Internet.

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